SINDUFFS de Realeza comemora o Dia Mundial da Saúde

A SINDUFFS e o SINDTAE comemoraram na última quarta-feira, dia 3, o Dia Mundial da Saúde. Houveram duas sessões de yoga com a professora Karina Starikoff, café musical com a apresentação do grupo “Nudos de Corbata” e palestra seguida de debate com o tema “As condições de trabalho como origem de sofrimento e adoecimento“, com o psicólogo José Ricardo Furquim e a psicóloga Camila Bertoldi Neckel. Veja as fotos:

 

 

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Orçamento da Educação sofre corte de R$ 5,83 bilhões

O decreto 9.741, publicado na sexta-feira (29) em edição extra do Diário Oficial da União, contingenciou R$ 29,582 bilhões do Orçamento Federal de 2019. Com isso, a Educação perdeu R$ 5,839 bilhões, cerca de 25% do previsto. Somados os cortes, as pastas da Educação, Saúde e Cidadania tiveram R$ 7,5 bilhões de verbas congeladas.
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Tabela detalha cortes de mais de 13 mil cargos e funções nas IFE

Uma tabela do Ministério da Economia, obtida por requerimento de informação da bancada do Psol no Congresso Nacional, detalha os cargos extintos em cada Instituição Federal de Ensino. A determinação para a eliminação de cargos de direção, funções de coordenação de curso e funções gratificadas foi publicada no decreto presidencial 9725/2019, de 13 de março.

O ANDES-SN teve acesso exclusivo ao documento e está fazendo uma análise detalhada do impacto desses cortes. Mas, em uma avaliação preliminar, é possível perceber que serão extintas funções, exercidas por técnicos administrativos, fundamentais para o funcionamento das instituições.

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Ministério da Educação foi pasta mais afetada pelos cortes do decreto 9725/19. Foto: Divulgação.

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Debate sobre a “Reforma da Previdência: Impactos sobre a Sociedade Brasileira e para os Servidores Públicos”

 

SINDUFFS e o SINDTAE realizaram nesta quinta-feira, dia 28, às 16h30, o debate sobre a “Reforma da Previdência: Impactos sobre a Sociedade Brasileira e para os Servidores Públicos“, que contou com a participação do professor  Fabiano Geremia, da UFFS, e o advogado Erivelton Konfidera, do SINDTAE.

O evento foi realizado no Auditório do Bloco B do campus de Chapecó e transmitido ao vivo pela página da SINDUFFS no Facebook e aos demais campi via videoconferência.

Vídeo da transmissão ao vivo feita página da SINDUFFS no Facebook:

 

A seguir, os slides utilizados pelo professor Fabiano Geremia:

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Daqui a pouco, às 16h30, debate sobre a “Reforma da Previdência: Impactos sobre a Sociedade Brasileira e para os Servidores Públicos”

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A SINDUFFS e o SINDTAE convidam a todo(a)s para o debate sobre a “Reforma da Previdência: Impactos sobre a Sociedade Brasileira e para os Servidores Públicos“, que contará com a participação do professor  Fabiano Geremia, da UFFS, e o advogado Erivelton Konfidera, do SINDTAE, que ocorrerá hoje, às 16h30, no Auditório do Bloco B do campus de Chapecó e transmitido pela página da SINDUFFS no Facebook e aos demais campi via videoconferência conforme segue:

Cerro Largo – Sala 233 – Bloco dos Professores
Erechim: Auditório do Bloco A
Laranjeiras do Sul: Sala 201 – Bloco dos Professores
Passo Fundo: Sala 209 – Pavimento Superior
Realeza: Sala de Convivências – Bloco dos Professores

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Não se engane: a “nova previdência” também prejudica aqueles que já se aposentaram

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Além de mudar as regras para o recebimento de pensão e acúmulo de benefícios, a reforma da previdência provocará uma mudança estrutural na forma de financiamento existente por meio da instituição do sistema de capitalização. Embora o texto da PEC seja pouco esclarecedor, indica que não contará com recursos públicos e será um sistema que concorrerá com o RGPS e com o RPPS, que são sistemas de repartição simples, sendo que a adesão dependerá do trabalhador e uma vez feita não poderá ser mudada. A diferença entre esses dois sistemas é que na repartição os trabalhadores da ativa sustentam os proventos dos inativos, ou seja, há um pacto de solidariedade geracional. No sistema de capitalização, que o governo pretende adotar, cada um contribui para a sua previdência. Com isso, o sistema de repartição tende a morrer de inanição. Ou seja, com o tempo, não haverá financiamento para pagamento das aposentadorias, abrindo precedente para outras reformas que retirem direitos e diminua o valor das aposentadorias. Se os ativos optarem pelo sistema de capitalização como os aposentados serão pagos?

Além disso, o reajuste das aposentadorias não estará mais garantido! A proposta de Bolsonaro elimina do texto constitucional a obrigatoriedade de se garantir o valor real dos benefícios, ou seja, nem a inflação terá a sua reposição garantida. Quanto à pensão, será paga por cota familiar de 50%
mais 10% por dependente sobre a aposentadoria do falecido, ou do valor que ele receberia se estivesse aposentado por incapacidade permanente na data do óbito.

A base de cálculo da pensão também será alterada, deixando ser computado os 80% maiores salários, para utilizar-se 100% dos salários desde 1994, o que reduz o valor do benefício. A PEC veda acumulação de mais de uma aposentadoria (exceto professores e profissionais da saúde).

O acúmulo de benefícios (pensão e aposentadoria), do mesmo regime e/ou de regimes diferentes dará direito a receber integralmente o de maior valor e uma parte do outro benefício, da seguinte maneira: 80% se o benefício for de um salário mínimo ou menor, 60% de 1 a 2 salários mínimos, 40% de 2 a 3 salários mínimos e 20% de 3 a 4 salários mínimos.

O texto determina o aumento imediato para 14% de todas as alíquotas previdenciárias dos Regimes Próprios, podendo os Estados e Municípios, após cumprirem essa determinação, regulamentar, no prazo de 6 (seis) meses, o escalonamento e a progressividade de alíquotas, que poderá chegar a 22%, e será definida pelo valor total do benefício. A PEC ainda autoriza os entes a instituírem contribuições ordinárias e extraordinárias para cobrir déficits, e nesses casos, a base contributiva pode não ser aquela que supera o teto do INSS e, sim, o que exceder um salário mínimo. Qualquer uma dessas medidas reduz substancialmente o valor da aposentadoria.

Trabalhadores aposentados, mas que permanecem trabalhando, em geral, para complementar renda, na iniciativa privada, também serão atingidos pelo fim do direito de receber a multa de 40% do FGTS na ocasião da demissão por iniciativa do empregador e, ainda desobriga o empregador a depositar os 8% do FGTS mensal para esse trabalhador, a partir da concessão da aposentadoria.

Por Ana Paula Mandadone, Anelise Manganeli e Tamara Siemann Lopes, Equipe Técnica do Dieese

http://www.assufrgs.org.br/2019/03/25/nao-se-engane-a-nova-previdencia-tambem-prejudica-aqueles-que-ja-se-aposentaram/?fbclid=IwAR2FqXJzSyDR3GTRXVCdpMS5mn5x16XWRd9tC00kh8P4pXxkhSatm-tgFaM

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22 de março: Dia Nacional de Lutas contra a Reforma da Previdência

Nesta sexta-feira (22), será realizado o primeiro dia nacional de lutas e paralisações contra a Reforma da Previdência apresentada por Bolsonaro. A data está sendo convocada de forma unitária pelas centrais sindicais brasileiras e terá adesão da classe trabalhadora.

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Em várias cidades do país, trabalhadores e trabalhadoras irão às ruas contra o ataque às aposentadorias e aos direitos previdenciários. Estão previstos protestos, panfletagens e outras atividades para denunciar os ataques contidos na Reforma da Previdência, apresentada pelo governo Bolsonaro. A proposta é a construção de uma nova Greve Geral para barrar a aprovação da PEC 06/2019. Continuar a ler

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