Category Archives: PREVIDÊNCIA SOCIAL

SINDUFFS convoca Assembleia Geral para sexta-feira, dia 9, às 17 horas

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A SINDUFFS convida a todo(a)s a participarem da Assembleia Geral dos Docentes para debatermos a questão da nomeação da Reitoria eleita e a deliberação sobre a nossa  adesão à Greve Geral que ocorrerá no dia 13 de agosto em todo o país Em Defesa da Educação Pública.

A Assembleia será realizada na próxima sexta, dia 09 de agosto, às 17 horas, nas salas de videoconferência de todos os campi.

Contamos com a presença de todo(a)s!

Salas de Videoconferência:

Cerro Largo – Auditório
Chapecó (campus) – Sala 1 – Bloco dos professores
Chapecó (reitoria) – Auditório
Erechim – Auditório do Bloco A
Passo Fundo – Sala 1 – Auditório
Realeza – Sala 2
Laranjeiras do Sul – Sala 1
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Filed under ASSEMBLEIA, EDUCAÇÃO, NACIONAL, PREVIDÊNCIA SOCIAL

64º Conad delibera construção da Greve Nacional em defesa da educação pública e contra a Reforma da Previdência

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Em meio à conjuntura de ataques aos direitos da classe trabalhadora, a 64ª edição do Conad prosseguiu no sábado, 13, na Faculdade de Educação, na UNB, com os 238 representantes das 64 seções sindicais deliberando nos Grupos Mistos e aprovando assuntos relativos à luta do Sindicato. No sábado, os participantes – 62 delegados, 134 observadores, 38 diretores do ANDES-SN e 4 convidados, reunidos em plenária na Casa do Professor, fizeram a avaliação e atualização do plano de lutas, a partir dos temas de educação, direitos e organização dos trabalhadores e trabalhadoras. Continuar a ler

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#30M: segundo dia de atos pela Educação já tem mais de 100 protestos programados pelo país

Os ataques do governo Bolsonaro à Educação não param. Mas a luta dos estudantes, professores e trabalhadores também não e, nesta quinta-feira, 30 de maio, o país deverá ser novamente sacudido por manifestações. De acordo com levantamento de entidades estudantis que convocaram o ato, até o momento mais de 100 protestos já estão programados.

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A luta contra os cortes e ataques do governo à Educação, contra a Reforma da Previdência e por empregos segue sendo o mote dos protestos, que devem ser mais um “esquenta” para a Greve Geral marcada para 14 de junho. O #30M conta com o apoio de todas as centrais sindicais, entidades dos trabalhadores da educação, sindicatos e movimentos sociais, que prometem engrossar os protestos.

Luta é o caminho

A postura do governo Bolsonaro segue de ataques à educação. Nesta terça-feira (28), a AGU (Advogacia-Geral da União) solicitou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que seja autorizada a ação de policiais nas universidades públicas e privadas. A manifestação da AGU tem a ver com a ação relativa às eleições de 2018, quando alguns juízes eleitorais autorizaram a entrada de policiais nas universidades sob a alegação de que estavam ocorrendo “propaganda eleitoral”. Bolsonaro quer tornar isso uma prática.

Em manifestação enviada ao STF, o advogado-geral da União, André Mendonça, também defendeu o contingenciamento promovido pelo governo de 30% na Educação.

A Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas aprovou a incorporação deste dia de luta no calendário de mobilizações rumo à Greve Geral e a orientação é para que todas as entidades e movimentos filiados apoiem e se somem aos protestos.

Vamos todos juntos para mais um grande dia de luta neste #30M, rumo à Greve Geral de 14 de junho.

Confira os atos programados por região.

Fonte: CSP-COLUTAS

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Centrais sindicais convocam Greve Geral para 14 de junho

As centrais sindicais brasileiras convocaram, de maneira unificada, uma Greve Geral para 14 de junho. A pauta central da Greve Geral será a defesa do direito de aposentadoria e o repúdio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/19, da Reforma da Previdência. Antes, em 15 de maio, terá lugar a Greve Nacional da Educação.

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As centrais sindicais reúnem-se no próximo dia 6 de maio. Elas irão discutir a organização do calendário de luta contra a Reforma da Previdência. Antes da Greve Geral, no calendário também está a Greve Nacional da Educação de 15 de maio.
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Debate sobre a “Reforma da Previdência: Impactos sobre a Sociedade Brasileira e para os Servidores Públicos”

 

SINDUFFS e o SINDTAE realizaram nesta quinta-feira, dia 28, às 16h30, o debate sobre a “Reforma da Previdência: Impactos sobre a Sociedade Brasileira e para os Servidores Públicos“, que contou com a participação do professor  Fabiano Geremia, da UFFS, e o advogado Erivelton Konfidera, do SINDTAE.

O evento foi realizado no Auditório do Bloco B do campus de Chapecó e transmitido ao vivo pela página da SINDUFFS no Facebook e aos demais campi via videoconferência.

Vídeo da transmissão ao vivo feita página da SINDUFFS no Facebook:

 

A seguir, os slides utilizados pelo professor Fabiano Geremia:

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Daqui a pouco, às 16h30, debate sobre a “Reforma da Previdência: Impactos sobre a Sociedade Brasileira e para os Servidores Públicos”

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A SINDUFFS e o SINDTAE convidam a todo(a)s para o debate sobre a “Reforma da Previdência: Impactos sobre a Sociedade Brasileira e para os Servidores Públicos“, que contará com a participação do professor  Fabiano Geremia, da UFFS, e o advogado Erivelton Konfidera, do SINDTAE, que ocorrerá hoje, às 16h30, no Auditório do Bloco B do campus de Chapecó e transmitido pela página da SINDUFFS no Facebook e aos demais campi via videoconferência conforme segue:

Cerro Largo – Sala 233 – Bloco dos Professores
Erechim: Auditório do Bloco A
Laranjeiras do Sul: Sala 201 – Bloco dos Professores
Passo Fundo: Sala 209 – Pavimento Superior
Realeza: Sala de Convivências – Bloco dos Professores

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Não se engane: a “nova previdência” também prejudica aqueles que já se aposentaram

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Além de mudar as regras para o recebimento de pensão e acúmulo de benefícios, a reforma da previdência provocará uma mudança estrutural na forma de financiamento existente por meio da instituição do sistema de capitalização. Embora o texto da PEC seja pouco esclarecedor, indica que não contará com recursos públicos e será um sistema que concorrerá com o RGPS e com o RPPS, que são sistemas de repartição simples, sendo que a adesão dependerá do trabalhador e uma vez feita não poderá ser mudada. A diferença entre esses dois sistemas é que na repartição os trabalhadores da ativa sustentam os proventos dos inativos, ou seja, há um pacto de solidariedade geracional. No sistema de capitalização, que o governo pretende adotar, cada um contribui para a sua previdência. Com isso, o sistema de repartição tende a morrer de inanição. Ou seja, com o tempo, não haverá financiamento para pagamento das aposentadorias, abrindo precedente para outras reformas que retirem direitos e diminua o valor das aposentadorias. Se os ativos optarem pelo sistema de capitalização como os aposentados serão pagos?

Além disso, o reajuste das aposentadorias não estará mais garantido! A proposta de Bolsonaro elimina do texto constitucional a obrigatoriedade de se garantir o valor real dos benefícios, ou seja, nem a inflação terá a sua reposição garantida. Quanto à pensão, será paga por cota familiar de 50%
mais 10% por dependente sobre a aposentadoria do falecido, ou do valor que ele receberia se estivesse aposentado por incapacidade permanente na data do óbito.

A base de cálculo da pensão também será alterada, deixando ser computado os 80% maiores salários, para utilizar-se 100% dos salários desde 1994, o que reduz o valor do benefício. A PEC veda acumulação de mais de uma aposentadoria (exceto professores e profissionais da saúde).

O acúmulo de benefícios (pensão e aposentadoria), do mesmo regime e/ou de regimes diferentes dará direito a receber integralmente o de maior valor e uma parte do outro benefício, da seguinte maneira: 80% se o benefício for de um salário mínimo ou menor, 60% de 1 a 2 salários mínimos, 40% de 2 a 3 salários mínimos e 20% de 3 a 4 salários mínimos.

O texto determina o aumento imediato para 14% de todas as alíquotas previdenciárias dos Regimes Próprios, podendo os Estados e Municípios, após cumprirem essa determinação, regulamentar, no prazo de 6 (seis) meses, o escalonamento e a progressividade de alíquotas, que poderá chegar a 22%, e será definida pelo valor total do benefício. A PEC ainda autoriza os entes a instituírem contribuições ordinárias e extraordinárias para cobrir déficits, e nesses casos, a base contributiva pode não ser aquela que supera o teto do INSS e, sim, o que exceder um salário mínimo. Qualquer uma dessas medidas reduz substancialmente o valor da aposentadoria.

Trabalhadores aposentados, mas que permanecem trabalhando, em geral, para complementar renda, na iniciativa privada, também serão atingidos pelo fim do direito de receber a multa de 40% do FGTS na ocasião da demissão por iniciativa do empregador e, ainda desobriga o empregador a depositar os 8% do FGTS mensal para esse trabalhador, a partir da concessão da aposentadoria.

Por Ana Paula Mandadone, Anelise Manganeli e Tamara Siemann Lopes, Equipe Técnica do Dieese

http://www.assufrgs.org.br/2019/03/25/nao-se-engane-a-nova-previdencia-tambem-prejudica-aqueles-que-ja-se-aposentaram/?fbclid=IwAR2FqXJzSyDR3GTRXVCdpMS5mn5x16XWRd9tC00kh8P4pXxkhSatm-tgFaM

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