Arquivos de sites

Nota de Repúdio às ações da PM-GO na Ocupação Fidel Castro do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST)

Indi Filmmaking Lecture Series

Na noite de 21 de fevereiro de 2019, a Polícia Militar de Goiás invadiu a ocupação Fidel Castro, dirigida pelo MTST. Em ação arbitrária, sem qualquer mandato, a PM dirigiu ameaças e diversas agressões verbais contra distinto(a)s moradore(a)s da ocupação.

Após questionamentos de moradore(a)s sobre que mandato a PM-GO estava utilizando para justificar a sua ação e mesmo com a apresentação de documentos que comprovam que a ocupação conta com autorização da prefeitura do município, os policiais envolvidos permaneceram ameaçando moradore(a)s e lideranças do MTST, proferindo inclusive ameaças à integridade física do companheiro Rogério, coordenador local da ocupação.

O ANDES-SN entende que a luta do MTST é uma luta legítima frente ao enorme déficit habitacional que assola a classe trabalhadora nacionalmente. Da mesma forma, entendemos que lutar não é crime e, por isso, repudiamos veementemente toda e qualquer ação arbitrária de repressão e criminalização aos lutadores e às lutadoras sociais deste país.

Defendemos a integridade física e psicológica do(a)s militantes do MTST e repudiamos as ameaças dirigidas contra um trabalhador negro e pobre pela PM – instituição que deveria atuar para assegurar a segurança pública.

Lutar não é crime! Toda solidariedade ao companheiro Rogério e às lutas do MTST (notas de solidariedade podem ser enviadas para rogerio.ics@gmail.com)!

Brasília (DF), 22 de fevereiro de 2019.

Diretoria do ANDES – Sindicato Nacional

Anúncios

Deixe um comentário

by | 25/02/2019 · 13:59

NOTA DE REPÚDIO

Reunidos em Assembleia no dia 27 de março de 2014, os docentes da UFFS  presentes, apoiaram a emissão da seguinte moção de apoio.

A Seção Sindical dos Docentes da Universidade Federal da Fronteira Sul (SINDUFFS/ANDES-SN) vem por meio desta nota manifestar seu repúdio à ação da Polícia Federal e da Polícia Militar no Campus Trindade da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) no dia 25 de março de 2014, pela sua natureza truculenta, arbitrária e ofensiva aos direitos fundamentais dos membros daquela comunidade universitária, ressaltando ainda que tal ação fere os preceitos constitucionais de autonomia universitária e demonstra o caráter opressivo que qualquer presença policial representa em um espaço de natureza essencialmente acadêmica, como é o caso das universidades.

1 Comentário

by | 27/03/2014 · 18:00